Revolta nas Redes Sociais
O Big Brother Brasil 26 está pegando fogo nas redes sociais após a participante Solange Couto proferir falas consideradas extremamente polêmicas e graves contra Samira. Internautas não pouparam críticas e exigiram providências da TV Globo, com muitos pedindo a expulsão da atriz do reality show. A hashtag #SolangeExpulsa ganhou força no X (antigo Twitter).
O que aconteceu?
O desentendimento teve início quando Samira convidou Solange e Babu Santana para almoçar na área externa da casa. Após a dupla recusar, Samira retornou à cozinha. Neste momento, Solange, em conversa com Babu, dirigiu-se a Samira chamando-a de “infeliz” e fez uma referência chocante ao estupro. “Eu nasci do prazer, não nasci de estupro, não! Vai pra p*rra! Pessoa quando é infeliz assim deve ter nascido de trepada mal dada, sarro de trem”, disparou Solange.
Vídeo viraliza e equipe de Samira se pronuncia
Um vídeo com o trecho da fala de Solange rapidamente viralizou, sendo classificado por muitos como “a mais pesada” da história do programa. A equipe de Samira se manifestou publicamente, repudiando a atitude de Solange. “Samira foi chamar Solange e Babu para almoçar e foi isso que ela recebeu em troca! Ela, que nunca fez mal pra nenhum dos dois, segue sendo atacada por coisas que eles inventaram das próprias cabeças”, declarou a equipe, ressaltando que Solange chamou Samira de “fruto de est*pr0 ou ‘tr3p4d4 mal dada’” por um simples convite para almoçar.
Equipe de Solange nega e alega distorção
Em resposta à repercussão negativa, a equipe de Solange Couto emitiu uma nota defendendo a participante. Segundo a nota, a fala de Solange sobre ter nascido do prazer e não do estupro foi uma declaração pessoal sobre si mesma. A equipe alega que a conexão com a palavra “estupro” foi feita pela própria Solange em referência à sua concepção, e que, ao chamar Samira de “infeliz”, Solange estaria apenas conjecturando sobre as possíveis origens dessa infelicidade de forma generalizada, utilizando a expressão popular “trepada mal dada” e negando em momento algum ter atribuído a Samira a condição de “fruto de estupro”.
