Juliette Freire abre o jogo sobre seu gosto musical e plataforma de streaming
A cantora e ex-BBB Juliette Freire participou do podcast “Os Nordestinos pelo Mundo” e, em um tom bem-humorado, revelou detalhes sobre sua relação com a música. Um dos pontos altos da conversa foi a confissão de que não possui assinatura paga do Spotify, utilizando a versão gratuita da plataforma. “Você quer abrir meu Spotify mesmo, né? Porque não é pago não”, brincou a artista, explicando que paga a assinatura para os sobrinhos, mas não para si mesma.
Diversidade musical: de Marina Sena a Xand Avião
Ao detalhar o que tem escutado ultimamente, Juliette descreveu seu gosto musical como eclético e até “aleatório”. Em sua playlist atual, figuram nomes como Marina Sena, Duquesa, Rosalía, Léo Foguete e Xand Avião. A cantora também destacou álbuns que têm marcado sua rotina, como “Coisas Naturais” de Marina Sena e, em especial, “Dominguinho” de João Gomes, em parceria com Jota.pê e Mestrinho, que ela escuta repetidamente.
Admiração por ícones da MPB e o impacto em sua carreira
A conversa no podcast também se aprofundou nas referências musicais que inspiram Juliette. Ela relembrou a admiração por grandes nomes da música brasileira como Lenine, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico César e Elba Ramalho. Segundo a cantora, o apoio e os conselhos desses artistas foram fundamentais para fortalecer sua confiança como cantora. “Todos me apoiaram muito, principalmente meus amigos, mas eu recebi muita orientação de grandes nomes da música. Tipo: ‘Juliette, você tem talento. Você tem dom, você é genuína e tal’”, relatou, mencionando o alívio que essas palavras trouxeram diante de críticas menos construtivas.
Desafios da fama e a emoção do primeiro show
Juliette também compartilhou as dificuldades e a intensidade do início de sua carreira musical após o “Big Brother Brasil”. Ela contou sobre os diversos convites recebidos e a importância de ter se cercado de amigos e de uma equipe de confiança para tomar decisões importantes. A cantora relembrou o impacto emocional de suas primeiras experiências profissionais, incluindo a timidez em estúdio e o nervosismo ao subir em um palco pela primeira vez para um público de milhares de pessoas. “Meu primeiro show é uma coisa de louco! Porque o primeiro show, a primeira vez que eu subi num palco na minha vida, nunca tinha botado um fone, foi um show para 8 a 9 mil pessoas, com estrutura que até Madonna usou no show dela. […] E enfim, meu irmão, eu subi no palco em pânico. Eu não sabia que o público gritando a gente sentia físico”, descreveu, ressaltando a sensação avassaladora, mas ao mesmo tempo transformadora, da energia do público. Apesar do medo inicial, ela expressou orgulho por ter superado esses desafios e se firmado como artista.
