Segurança e Estética em Primeiro Lugar
O confinamento no Big Brother Brasil vai além do isolamento social, envolvendo uma curadoria criteriosa de itens. Para a edição de 2026, as regras continuam rígidas para garantir a qualidade técnica da transmissão e o dinamismo do jogo. Saltos finos, por exemplo, são proibidos devido ao risco de entorses em provas de agilidade e no gramado externo, como revelou a campeã Juliette.
Esmaltes e maquiagens também seguem restrições. A produção busca evitar que os brothers se ocupem excessivamente com rituais de beleza individuais e prioriza marcas parceiras. Itens de outras marcas devem ter rótulos cobertos ou embalagens substituídas para evitar publicidade não autorizada.
Áudio e Vídeo Impecáveis para o Show
A qualidade do áudio e vídeo é fundamental para o BBB. Por isso, acessórios barulhentos, como pulseiras que tilintam ou tecidos com ruídos, são vetados para não interferir nos microfones de lapela. Secadores de cabelo, apesar de permitidos em algumas edições, geram ruído branco que prejudica a captação de conversas, enquanto chapinhas são permitidas por serem silenciosas.
A panela de pressão, com seu chiado característico, também é proibida para não atrapalhar o áudio da cozinha, um ponto crucial para o desenrolar do jogo. Óculos escuros são vetados para que a produção e o público possam observar o olhar dos participantes, essencial para identificar intenções e alianças.
Impacto Psicológico e Logística do Jogo
A ausência de relógios é uma estratégia para desorientar os participantes sobre o tempo, alterando o ritmo biológico e aumentando a ansiedade. Livros, antes permitidos, agora são proibidos para incentivar a interação e evitar o isolamento intelectual, forçando a convivência e o diálogo.
Fotos de família também são restritas, com o contato com o mundo externo limitado a momentos específicos como o Almoço do Anjo. Atualmente, vídeos curtos são a única ponte emocional autorizada. O uso de logotipos de terceiros, incluindo camisas de times de futebol, é proibido por direitos comerciais e para evitar a identificação ou divisão do público baseada em preferências esportivas, além de prevenir potenciais gatilhos de violência entre torcidas.
